Por Johniere Alves Ribeiro Pancadão. Escrita com momentos de dureza. Lances lisos, escorregadios de delícias em porosidades reais. Desejo que se mobiliza como força motriz. São as impressões que foram me enredando ao lerContinue reading
Categoria: SALA DE IMPRENSA
Romance policial ganha nova edição
Por Guilherme Cabral Depois de 25 anos da primeira edição, publicada em 1998, o escritor e jornalista paraibano Fernando Melo se prepara para lançar a 2ª edição do romance policial “O Hálito da Corrupção”Continue reading
O irreal e a Suspensão da Credulidade, de W. J. Solha
Por Amador Ribeiro Neto O irreal e a Suspensão da Credulidade, de W. J. Solha (Ed. Arribaçã, 2023) é livro constituído por um único poema, sem subdivisões. Porém a leitura aponta dois momentos distintos:Continue reading
Yuqueri: poesia de resistência, denúncia e luta.
Por Douglas Oliveira Todo leitor tem o seu ponto fraco, uma área em que se revela limitado. O meu é a poesia de fruição, pois diante dela me sinto num interregno entre ignorância eContinue reading
A poesia de W.J. Solha
Por Sérgio de Castro Pinto Nos poemas de “Trigal com corvos”, livro de estreia, Waldemar José Solha já se assenhoreava de um projeto-de-mundo e do ofício de escrever/criando. Tanto que, diferentemente de Cassiano Ricardo,Continue reading
Sobre o livro “O Treinamento Invisível”
Por Roberto Medina Neste livro, Lungo e Vlad nos ensinam muito sobre os cães: desde as atitudes básicas que nos ajudam nas pequenas mudanças do dia a dia até as mais complexas, como corrigirContinue reading
Solha, poética em espiral
Hildeberto Barbosa Filho Não saberia ler “O irreal e a suspensão da credulidade”, de W. J. Solha, sem inseri-lo no contexto poético de seus títulos anteriores, a saber: “Trigal com corvos” (2004), “Marco doContinue reading
SOB O OLHO DE HÓRUS
José Eduardo Degrazia O olho de Hórus acompanha toda a trajetória desse novo longo poema de W. J. Solha, desde o título (que não vou reproduzir aqui) O irreal e a suspenção da credulidade,Continue reading
“O Brasil não te merece!”
Ronaldo Cagiano Solha, meu caro, mergulhei no seu livro, absorvido pelo arsenal de referenciais e pela sua linguagem polissêmica, polifônica, caleidoscópica. Vou te dizer uma coisa, não sei se isso te ofende, mas, camarada,Continue reading